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domingo, 3 de abril de 2011

European Carnage Tour no Pavilhão Atlântico, 30 de Março de 2011

O dia era de calor, e antes da hora de entrada amontoavam-se grupos de pessoas, cada uma com a sua imagem pessoal, o que atraía os olhares para aquela zona do parque das nações. No centro comercial que faz tangente com o pavilhão viam-se passear as tshirts das várias bandas similares às que iam tocar naquela noite.

Desta feita, chegaram à grande sala lisboeta, duas figuras de proa do thrash metal, que recentemente fizeram parte da tour que envolvia ainda os Metallica e os Anthrax, a tour dos big four. Vimos apenas metade dos big four, sendo o terceiro concerto seguido dos Megadeth, depois da tour Priest Feast na mesma sala em Março de 2009 e do Rock in Rio em 2010 com Rammstein e Motorhead. Os Slayer não pisavam palcos portugueses desde o festival Super Bock Super Rock em 2008.

Estava prevista a actuação dos Special Guests W.A.K.O., que foi cancelada sem aviso, e fez com que às 21h em ponto entrassem os Megadeth em palco. Começaram com In My Darkest Hour, mas o publico parecia responder lentamente. Em Holy Wars... The Punishement Due, a actuação ganhou mais fôlego, apesar de já estar nos momentos finais do seu tempo. Ainda a aparição da mascote Vic Rattlehead durante Peace Sells, mas não sem grande impacto.

Após uma performance morna, o apetite para a explosão de Slayer, que já se sabia previamente, aguçou-se. A banda está ligeiramente alterada, com a substituição do guitarrista Jeff Hanneman, por Gary Holt dos Exodus. Ainda assim, e apesar do vocalista Tom Araya ter sofrido uma intervenção ás costas, e já não abanar o cabelo como simbolicamente abanava dantes, não comprometeu a actuação. Com World Painted Blood do novo albúm a abrir, o público, estava sedento. As bancadas estavam desertas, o que é de esperar para um concerto destes. Foi um desenrolar de êxitos, apesar de o tempo fazer com que faltassem alguns como Bloodline ou Disciple, mas a banda mostrou-se um furacão de energia, apesar de este ano completar 30 anos de carreira. Com Angel of Death banda e público despedem-se, e muitos dos que estiveram lá, certamente sofreram as consequências de tanto headbang no dia seguinte.

Megadeth




Slayer

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Patrick Watson de regresso a Portugal


Patrick Watson
21 de Abril no Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra
Preço: entre 15 e 18 euros
23 de Abril no Teatro Sá da Bandeira, Porto
Preço: entre 22 e 40 euros
24 de Abril no Centro de Artes e Espetáculos de São Mamede, Guimarães
Preço: entre 18 euros e 24 euros
25 de Abril na Aula Magna, Lisboa
Preço: entre 22 e 40 euros

"Apelidado pela crítica internacional de "musical mad scientist", o canadiano Patrick Watson, compositor, cantor, músico e produtor com a sua banda, parecem ter encantado o mundo inteiro com as suas experiências musicais.

O público português não ficou indiferente a tal encantamento a formação clássica e a paixão pelo piano, têm sido um pilar muito no seu trabalho com Robbie Kuster, Mishka Stein, e Simon Angell, companheiros de aventura de Patrick Watson pelo mundo fora.
Em 2007, ganham o Polaris Prize, o prémio musical mais importante do Canadá, e com ele a entrada no continente europeu com inúmeros concertos esgotados.
Ainda em 2007, Patrick Watson contribui com a sua voz e talento para um dos temas do albúm "Ma Fleur", dos The Cinematic Orchestra. Este excelente tema, viria a ser mais tarde aproveitado como banda sonora para inúmeros "spots" publicitários.
Os três álbuns de Patrick Watson, são uma fusão entre o clássico e o moderno. Esta voz, aliada a este piano, transporta-nos através das mais variadas e exuberantes "paisagens sonoras".
Melodia, excentricidade excentricidade e evasão fazem dos álbuns deste autor, trabalhos intemporais. Brilhante."

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